segunda-feira, 31 de maio de 2010

Só para homens


Eu sou sem duvida um professor de maravilhosas liçoes.

Rikardo: Olá Bom dia a todos , hoje vou dizer-vos que pode saber-se muito sobre uma mulher pela forma como nos responde a uma mensagem de telemóvel ou a um email.
Se a resposta tiver sido escrita em despacho, normalmente despendem-se com; “Bjs”
Mas se tiver ficado agradada com o que leu, ou o remetente lhe a tenha feito sorrir despede-se com uma completa; “Beijinhos”
Devo dizer que há ainda casos em que as mulheres usam diminutivos quando enventualmente acham que vocês são uns queridos, mas, atenção os ursos de peluche também são uns queridos e acabam sempre guardados nos armários.
Se a seguir a beijinhos tiver deixado um ponto de exclamação, poderá significar que é uma pessoa alegre e social, ou em casos extremos esta doidinha por abrir… seja lá o que for, enfim o que quer que a vossa imaginação porca quiser. Já vários pontos de exclamação depois da palavra pode querer dizer que a rapariga tem uma personalidade extravagante e esta aos pulinhos com aqueles sorrisos típicos, vocês sabem!
Desconfiem sempre, se ela no final da mensagem se despedir com um seco “Beijos” esta ultima demonstra uma indiferença para com o interlocutor, apenas quis se despedir formalmente mas no fundo significa um daqueles beijos rápidos na face. Se a seguir a beijos tenha colocado um ponto final, estamos bem enrascados, para nós homens o ponto final é aquela bolinha que a gente aprendeu a fazer no primeiro ano e que serve para terminar uma frase, para elas é mesmo ponto final. Não se esqueçam: embora vocês prefiram que elas levem tudo a peito, por razões culturais, mas também anatomicamente falando, na maior parte dos casos optam por levar tudo à letra, incluindo os sinais de pontuação. E prefiro nem sequer mencionar aqueles em que elas são indiscutíveis peritas: os pontos de interrogação.
Escusado será dizer que uma gaja que se despeça com ”Um abraço” deve ter um bigode maior que o vosso, portanto é de evitar, completamente. Neste caso sugiro que respondam à letra com um “Dê cá um bacalhau, minha senhora". Não será também necessário avisar-vos do perigo daquelas que se depedem com um; “Com os melhores cumprimentos” ! Tudo isto para vos dizer, cambada de machos inocentes, crédulos e mal cheirosos que é muito mais importante a forma como uma conversa acaba do que como começa.

P.S. – Se elas nem sequer responderem ao e-mail ou á mensagem, é muito provável que a culpa seja da Microsoft ou da Netcabo ou então ficaram sem rede ou bateria. Nunca desanimem!

P.S.2: Nao levem isto á letra por favor, nao liguem ao que eu escrevo.

Homens!

Bitaites

Rikardo

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Recordação da Escola



AVISO: Espero que gostem de ler textos longos, caso isso nao se verifique nao leiam o seguinte.

As vezes sou evadido pelas recordações da escola secundaria, bons tempos esses digo eu para com os meus botoes. Era o tempo em que tive a primeira namorada, aquela vadia ( que se julgava ser para toda a vida), era o tempo dos ténis rotos de jogar tanto futebol e chegar a casa e levar no focinho, ir para o quarto ligar aparelhagem com o som ao máximo, e fumar um cigarro as escondidas á janela.
Se aprendi alguma coisa na escola? Pois claro que sim, aprendi que existem pessoas que para a maior parte da população estudante são um espectáculo e para mim não passam de uns imbecis com a mania das grandezas.
Só boas recordações, foi nesse tempo que descobri a escrita, sempre fui bom com as letras em contrapartida com os números era um desastre, matemática? Eu detestava aquela merda. Passava as aulas a desenhar, porém os professores sabiam como envergonhar-me, mandavam-me ao quadro, o que era automaticamente o centro das atenções dos betinhos todos, sempre a competirem para ver quem sacava a melhor nota da turma.
Mas houve um professor que nunca esquecerei, era o professor Jonas, era assim que gostava de ser tratado. Entrava assobiar na sala de aula, reparando nos pares de mamas mais salientes e quando passava por mim, chutava logo: como esta o quilo da cocaína lá fora? Eu que nunca fui muito dessas coisas, até ficava contente por ele falar para mim.
O professor Jonas vinhas de uma colheita fina, lembro-me quando nos intervalos fumava um cigarro connosco e alguém dizia vou ali “dar uma queca” o professor preferia dizer lentamente com espaçamento entre as palavras; “vou ali beijar uns lábios femininos”.
Não eram apenas expressões destas que o tornavam um professor popular. Por exemplo, adorava a palavra “brutal”. Estava a sempre a usá-la, e nas circunstâncias mais improváveis. Ele só não misturava brutal na sopa porque era impossível, a comida da escola era uma merda inclusive a sopa também.
O tipo era tramado. Até quando humilhava os alunos fazia questão de actuar com estilo. Pensam que levantava a mão contra alguém? Negativo. Aproximava-se de um desgraçado qualquer distraído na sala de aula – um dos muitos putos impecáveis que trabalhavam desde os 10 anos e nunca tinham tido dinheiro para uns ténis Nike , avaliava-o cuidadosamente e disparava: “Você é homossexual?”
Devo dizer que há tipos que quando ouvem a palavra “homossexual” reagem como se tivessem pegado por engano numa panela a ferver: dão um pulo para trás e gritam: “Foda-se, não!”
É pior se estás na sala e desconheces o significado de uma palavra, toda a turma esta de olhos em ti, ficas cheio de medo, não sabes o que responder, não queres dizer asneira, depois dizes que sim, resignado, e tornas-te o objecto do sadismo cultural daquele professor.
Depois de gozar o prato humilhando o suposto homossexual, o professor escolhia nova vítima e, de voz sedutora, os olhos brilhantes de satisfação pelo que se passaria a seguir, perguntava: “E você, é heterossexual?”
Claro que este rapaz também não conhecia palavras de 25 tostões. Revendo mentalmente a terrível experiência do colega de turma, desconfiando de nova armadilha, respondia com a maior convicção possível: Não stor!

Depois havia ainda aqueles gajos do décimo segundo ano com 25 anos (os grandões) que adoravam gozar com o pessoal mais novo. O primeiro contacto que tive com um grandão deveu-se a uma mera divergência de carácter antropológico, logo no primeiro dia de escola.
O grandão era corpulento, tinha barba cerrada, voz grossa, mau hálito e vestia-se mal, talvez não tivesse uma boa relação com os pais e com toda a família, talvez nunca tivesse dado uma queca por mais vezes que disse-se que sim. Bem não interessa.
Agarrou-me pela camisola e diz;
- Puto de onde é que tu és caralho?
- Sou de Canavezes - respondi sem desviar o olhar.
- Essa merda é só pastorinhos e ovelhas, tu aqui estas fudido, passa para ca um cigarro antes que te partas as fussas.
E lá tive que dar um cigarro, e ir todo fudido para aula rogando pragas a tudo e todos! Uns anos mais tarde dei por mim no 12ºano, os putos adoravam-me e as pitas ainda mais, aposto que devem ter chorado quando fui embora para a faculdade tirar o curso de preguiça aplicada.
De vez em quando passo por la, pela escola, o porteiro ainda é o mesmo faço-lhe sinal com a mão mas ele não retribui provavelmente já não se lembra de mim, mas eu lembro-me todos os dias daquelas tardes passadas a jogar futebol, das boazonas e das Marias rapaz, algumas já teem filhos e outras ate já se casaram!
Só eu é que continuo aqui…

A escrever! Aborrecido? completamente

Rikardo

terça-feira, 25 de maio de 2010

Tédio


“O tédio é um tecido cinzento e quente, forrado por dentro com a seda das cores mais variadas e vibrantes. Nele nós nos enrolamos quando sonhamos.”
O sr.Carlos é o meu vizinho, a única vez que o ouvi falar foi quando expulsou a filha para fora de casa quando eventualmente, bem, soube que a mesma perdera a virgindade.
Cigarros pensativos á janela, televisão ligada até de madrugada, cruzes por todo lado, as orações que recita quando esta á janela, estas e outras coisas sempre fizeram do Sr. Carlos um homem misterioso, um homem católico.
Há anos que é assim, o meu vizinho é reformado, trabalhou numa fábrica, dissera-o uma vez sem grande vontade de continuar
E agora mesmo ele esta frente a minha porta. E que não lhe posso fechar a porta eu sei disso, a questão é como despacha-lo sem o ofender, mas aqui esta ele, á minha frente á espera que o mande entrar.
- Entre sr.Carlos
- Com licença
-Boa noite Eva, desculpa estar a incomodar-te a esta hora da noite.
- Não tem mal, Sr.Carlos, sinta-se á vontade sentou-se puxou de um cigarro amarrotado e tentou acende-lo, mas o isqueiro negou-lhe o acto.
- Raio parta o isqueiro.
Remexi o bolso e emprestei-lhe o meu, depois de acender o cigarro, aproximou-se da janela e atirou com o dele que não funcionava.
Peguei num Cd dos Pink Floyd e coloquei o som no mínimo e esperei que ele fala-se.
-Bem olha, nem sei como começar.
-Se vêem com a historia que viu demónios e anjos, já sabe que não acredito Sr. Carlos.
-Na verdade, não te menti, eu sou um anjo enviado pelo céu, há coisas que não percebes, e não vou perder o meu fôlego a tentar explicar-te, mas fui colocado aqui, com uma missão idêntica á dos vossos assistentes sociais.
- Você é um grande maluco, vou acender um cigarro.
- Força, mas espero que saibas que isso te faz mal.
- Mas você também fuma, há pois você é anjo, não me leve a mal mas você é doido. Disse-lhe com num sorriso
-Na verdade não sou nenhum doido Eva.
- Você precisa de dormir, deve estar cansado e esta é definitivamente uma boa conversa para continuar-mos amanha!
- Mas primeiro tenho uma proposta para ti, mas dá-me um cigarro por favor – disse ele num tom alto.
- Fale baixo homem são três da manha, fodasse.
Passei-lhe o maço, acendeu o cigarro, deu duas passas profundas, baixou o volume da aparelhagem. O silencio absoluto instalou-se, podia ouvir o som das minhas próprias duvidas.
- Queres saber, se Deus existe? Se o Diabo é mau?
- Porra homem, você tem de deixar de beber.
- Deduzo que a tua resposta seja, Sim!
- Sinceramente, não quero saber, sei mais dessas coisas do que você imagina e sei que você não é um anjo nem um demónio. Eu leio coisas e vou vendo uns filmes. Pisquei-lhe o olho!
- Eu sei que sabes, soube no dia que nasceste.
- Bem Eva – o velhote esboçou um daqueles raros sorriso, piscou-me o olho e colocou a mão no bolso, e retirou um objecto metálico que reconheci como uma pistola, uma Glock de 9mm capaz de matar um elefante.
Fui evadida por uma valente descarga de adrenalina, os meus músculos começaram a paralisar. O meu indefeso e estranho vizinho, nunca deixou de sorrir enquanto levou a arma á cabeça.
- Devias de deixar de escrever coisas idiotas no teu blog.
Premiu o gatilho fechando os olhos, e um estalido fez-se ouvir rompendo todo o silencio presente. Sorriu uma vez mais, colocou a arma no bolso com cuidado, e colocou-me a mão no ombro.
Sei que tens uma vida cheia de tédio, agora tens as respostas a todas as tuas perguntas.
Eva

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Quando for grande vou ser feliz


Não gosto do obvio, nem muito menos de pessoas obvias. Prefiro o suspense, misterio, enigma.
Não gosto da claridade nem da escuridao, perfiro a penumbra.
Não sei porque sou assim, mas quando me tento entender, movo-me em intervalos de silencio, paro nas portagens da lembrança e mergulho nas aguas mais profundas da minha infacia, talvez o único tempo da minha vida onde pude gritar de alegria, talvez o único tempo onde pude ter um sorriso desde o acordar ao adormcer, talvez o único tempo onde via o mundo em contrastes,o azul do céu, o verde dos campos, e o amarelo do sol, agora so vejo o mundo a preto e branco, talvez o único tempo, talvez, talvez um ultimo suspiro de vida.
È no embolar destas palavras que nos entende-mos, qual é a graça de ser adulto?
Prefiro adormecer e nunca mais acordar, adormecer e sonhar com o Peter Pan e sorrir mesmo mesmo quando era suposto estar triste, porque todos nós merece-mos ser eternos!
Mas enquanto a ultima hora não chega, brinco a chamar as estrelas pelo nome.
Será que deixarei saudade? O que levarei comigo?

A recordaçao daquele que um dia ousou sorri ao mundo, mas o mundo não lhe retribuiu o sorriso.

Rikardo

domingo, 16 de maio de 2010

As palavras e os odores


Quero deixar aqui, hoje, um agradecimento extremamente grande à vaga de calor que assola actualmente o nosso país e que promete continuar, sem a qual não seria possível voltar a ver mini-saias e tops personalizados que nos fazem desejar ter novamente dois meses de idade.
Com o calor, vieram também as cores quentes da benetton. Consegue-se ver a cor nos corpos e cidades, jardins e objectos, o verde alegre, vermelho vivo, o azul sonhador. Os sorrisos brotam mais facilmente, os olhos brilhão mais e as pessoas são mais simpáticas, as palavras saem mais agradáveis ao ouvido como notas musicais...
De facto, tenho vindo a aperceber-me que as palavras (como tudo o resto na vida) têm cores e odores e até sabores característicos, sendo que a simples recordação de algumas me causa cãibras no cérebro, enquanto a pronúncia de outras se revela tão saborosa como morangos embebidos em vinho do porto.
Às vezes dou por mim, a apreciar uma conversa, determinadas palavras e o modo como elas se expressam, de forma tão perfeita, os pensamentos e emoções de cada um. Podem provocar um sorriso ou levar as pessoas a um mar de lágrimas. Deve ser por isso que gostamos mais de falar com certas pessoas do que com outras - algumas palavras soam e cheiram e sabem melhor do que outras, e nem toda a gente consegue, na mesma frase, ressoar como as ondas do mar, exalar o perfume da pele de um bebé e deixar-nos na boca o travo doce e suave de um pêssego maduro. Tal como existem pessoas que não aproveitam a variedade cromática das palavras e falam sempre em tons de cinzento ou azul ou vermelho, tornando-se tão aborrecidas que acabam geralmente a falar para o boneco.
Eu, por mim, gosto de pensar que consigo variar um bocado e que palavras como "caralho", "nostalgia" e "magnífico" não causam cãibras cerebrais nos meus leitores...

Welcome to Wonderland

Rikardo

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O padrão do amor



Quando amamos alguém, há um padrão na forma como nos junta-mos a essa pessoa, pode-mos ate nem nos aperceber, mas os nossos corpos estão coreografados, um toque na anca, uma festa nos cabelos, um beijo rápido, um intervalo e outro mais longo, a mão dele a deslizar por deaixo da camisola, é uma rotina, mas não no centido aborrecido da palavra. É apenas a maneira que aprendemos para nos adaptarmos, é por isso que quando estamos há muito tempo com a mesma pessoas os nossos dentes deixam de chocar quando nos beijamos, não batemos com os narizes nem com os cotovelos.
Quando eles começavam a beijar-se ele inclinava-se para ela como se não visse mais nada no mundo, hipnotismo? Talvez, passado um bocado ela também estava assim, depois beijava-a tão devagar que não sentia a pressão da boca, ate ser ela a encostar-se a ele para pedir mais, ia descendo ao longo do corpo dela, da boca para a missão de busca e salvamento, abaixo da cintura das suas calças de ganga, ao todo demorava 10 minutos ate tirar um preservativo da carteira.

Eva Ramos

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Vácuo da vida


A meio da noite ele observava-a, nua estendida como se apanhada a meio de uma crucificação, sobriamente ele esforçava-se para não reparar nos pormenores desagradáveis, ombros gordos, unhas sujas, cabelo quebradiço, tatuagens desvanecidas, borbulhas, estupidez, cobiça, arrogância.
O tempo tinha passado por ela á muito tempo, só não o queria admitir, as suas noites de gloria já tinham passado á algum tempo, mas ela continuava a imaginar-se com 25 anos.
Ele tornara-se um empresário de sucesso, mas tinha uma existência vazia, nada lhe faltava no que toca aos bens materiais.
Ela era prostituta e ele sabia-o, mas não falavam a respeito disso, não queriam falar simplesmente porque já tudo tinha sido dito á muito tempo atrás.
Ele sustentava-a e não lhe faltava dinheiro… nem sexo, viviam uma relação amor, ódio porém nunca tiveram força ou coragem suficiente para se divorciarem.
Passavam dias sem se falar, mas tinham vontade de se ver, as vezes o silencio falava por eles.
Eles tinham fome de algo que não havia no super mercado, tinham fome de viver, de se libertar, gritarem ate lhe faltar a voz, mijarem para o rio e tomarem banho nele, correrem descalços com os braços no ar, rir ate não aguentar mais, precisavam de ouvir algo, precisavam de um “amo-te” para a ignição da vida!
Rikardo Ramos

terça-feira, 4 de maio de 2010

Escritores anónimos






Durante todo este tempo tenho vindo a escrever sem travões e por descuido, nunca me cheguei apresentar e a dizer as razoes que me levam a escrever!
- Olá eu sou o Rikardo e esta aqui ao meu lado é Eva que esta desesperadamente á procura do Adão

Agora vocês têm que dizer em coro; bem-vindos aos alcoólicos anónimos Rikardo e Eva!

Porque escrevem essas coisas idiotas?

Eva: Porque escrever transporta-me para uma qualquer profundidade de consciência, muito distante da superfície da vida, é. Suga-me para um nível interior, onde a historia se evapora, onde o meu ser desliga-se do mundo e cria historias indolor no vazio é um estranho estado de suspensão entre a concentração e o vazio absoluto!

Rikardo: A beleza das palavras e o tédio associam-se para criar um ambiente de juízo e valores e sinto-me em casa aqui, porque há pessoas que lêem o que escrevo e mais chegam a comentar, mesmo aqueles textos idiotas. O que lhes agradeço muito.

Inspiração? Onde a procuram?

Rikardo: Extraordinário aquilo que o corpo recorda, os ossos carregados de amor, a magoa obstruindo as artérias, o medo reaparecendo no molde dos intestinos, quem havia de pensar a carne e o sangue tem tanto argumento fantasmagórico de psique.

Eva: Não lhe liguem, a inspiração esta em todo lado, por vezes ausenta-se mas acaba sempre por vir, compete-nos a nós contempla-la com textos, desenhos, pinturas, musicas etc etc.

A todos os Escritores anónimos, não deixem de escrever! ;)

Eva;
Rikardo

domingo, 2 de maio de 2010

For you




Cada idade tem a sua beleza e essa beleza deve sempre ser uma liberdade.
- Robert Brasillach


Tu és uma amante da vida.
És um sonho para aqueles que partilham da tua amizade, és um sonho, criadora de felicidade, uma artista que toca a alma das pessoas. Vives uma vida cheia de emoçoese nunca te faltou nada porque as tuas necessidades sao espirituais e só tens de olhar para dentro de ti.
És bondosa leal e és capaz de ver a beleza que os outros nao vêm. És uma professora de maravilhosas liçoes, uma sonhadora de coisas melhores.
Estou a retomar a respiraçao.
Não ha motivos para te sentires só, porque eu estou aqui.

Eva Ramos