sábado, 9 de fevereiro de 2013

Ainda sobre o Holocausto e o Nazismo



Que provas existem de que os nazis mataram seis milhões de judeus?

Nenhuma. Até agora apenas existe o testemunho pós-guerra, na sua maioria de “sobreviventes” individuais. O seu testemunho é contraditório e muito poucos dizem que realmente viram o chamado “gaseamento”. Não existem documentos convincentes chegados até nós e nenhuma grande evidência: nenhum monte de cinzas, nem crematórios capazes de destruir milhões de corpos, nem “sopa humana”, nem roupas feitas de pele humana e nenhuma estatística demográfica acreditável.

Mas existem fotos...
Muitas delas falsificadas, vejamos:
Hitler e Göring regozijam-se com a fácil queda da França” Sob este título aparece a foto (em baixo) à página 85 do livro Hitler, de Alan Wykes, da Editora Renes. Trata-se de uma fotografia publicada na edição 49 do jornal ilustrado alemão Kölnische Illustrierte Zeitung, em alemão e francês




 De seguida podemos a falsificação da mesma, pois nunca seria possível tirar a mesma foto duas vezes exactamente iguais. Os falsificadores retiraram o Marechal Göring da Luftwaffe, mas em compensação rodearam Hitler, com um mar de cadáveres desenhados…
Esta foto falsificada consta na página 74 do livro “Segunda Guerra Mundial – História Fotográfica do Grande Conflito“  de Charles Herridge, editado pelo Círculo do Livro e distribuído pela Editora Abril S. A. com o seguinte texto: “Uma foto em tamanho natural da propaganda oficial alemã. Hitler esfregando as mãos alegremente, ao inspecionar um campo coberto de soldados russos mortos”.


Simon Wiesenthal alguma vez escreveu que “não existiram campos de extermínio em solo alemão”?
Sim. O famoso “caçador de nazis” escreveu isso em Star and Stripes, a 24 de Janeiro de 1993. Ele também sustenta que os “gaseamentos” de judeus aconteceram apenas na Polónia.

 E Auschwitz? Existe alguma prova de que câmaras de gás foram utilizadas lá para matar pessoas?
Não. Auschwitz, capturada pelos soviéticos, foi modificada após a guerra e uma sala foi reconstruída para parecer uma grande “câmara de gás”. Depois que o maior especialista em construção e design de câmaras de gás (reais) norte-americanas, Fred Leuchter, examinou esta e outras alegadas câmaras de gás, ele disse que era um “absurdo” dizer que elas foram, ou poderiam ter sido, utilizadas para execuções

A foto esquerda mostra a porta de entrada de uma suposta câmara de gás em Auschwitz, que além de ser de madeira, abre por dentro e para dentro. Na fotografia da direita, porta de uma das câmaras de gás nos EUA para execução de prisioneiros condenados a morte, altamente reforçada para evitar vazamentos e foi desenvolvida para a execução de UM prisioneiro de cada vez e não de milhares.
Obs: Ambas são da década de 30/40.
O Zyklon-B é um inseticida à base de ácido cianídrico utilizado desde 1922 até aos dias atuais. É um gás altamente perigoso. Ele tem por característica aderir às superfícies. É muito difícil de ser retirado dos ambientes e é explosivo. Os americanos usam o gás cianídrico para execuções em alguns estados com os seus condenados à pena de morte. Uma câmara de gás para execuções é uma obra necessariamente muito sofisticada e o procedimento é demorado e perigoso.
Pois bem, em sua confissão Höss afirmava que a equipe encarregada da retirada dos dois mil corpos de gaseados por dia das câmaras de gás, entravam nas mesmas a partir do momento em que era ligado um ventilador, iniciando essa hercúlea tarefa ao mesmo tempo em que fumavam e até comiam, ou seja, sem máscaras contra gases. Impossível. Ninguém poderia ter entrado assim num oceano de gás cianídrico para manipular milhares de cadáveres recobertos de cianureto, os quais não poderiam ser tocados pois estariam impregnados do violento veneno que mata por contato. Até com máscaras de gás dotadas de filtros especiais para gás cianídrico a tarefa seria impossível, pois este tipo de filtro não resiste a uma respiração mais acelerada, mesmo de baixa intensidade.
Video: 



 Quem construiu os primeiros campos de concentração?
Durante a Guerra dos Bôeres (1899-1902), os britânicos construíram algo a que chamaram  “campos de concentração” na África do Sul, para internar as mulheres e crianças dos afrikaners sul-africanos. Aproximadamente 30.000 morreram nestes campos, que eram tão terríveis quanto os campos alemães na II Guerra Mundial.

 No que é que os campos de concentração alemães diferiam dos campos de “relocamento” no qual os nipo-americanos foram internados durante a Segunda Guerra?
A única diferença significante é que os alemães internavam pessoas com base em serem ameaças reais ou suspeitas ao esforço de guerra alemão, enquanto a administração Roosevelt internou pessoas com base apenas na raça.

Por que é que o governo alemão internou judeus nos campos?
Ele considerava os judeus uma ameaça directa à segurança nacional. (Os judeus estavam grandemente representados na subversão comunista). Entretanto, todas os suspeitos que colocavam em risco a segurança - não apenas judeus - estavam em perigo de internamento.

 Que medidas hostis os judeus do mundo tomaram contra a Alemanha a partir de 1933?
Em Março de 1933, organizações judias internacionais declararam um boicote internacional aos produtos alemães.

 Os judeus do mundo declararam “guerra à Alemanha”?
Sim. Jornais em todo o mundo demonstraram isso. Uma manchete do jornal London Daily Express (24 de Março de 1933), por exemplo, anunciava “Judéia declara guerra à Alemanha”.

 Isto foi antes ou depois que as histórias sobre “campos de extermínio” começaram?
Isto foi muitos anos antes do começo dessas histórias, que começaram em 1941-42.

 Que nação cometeu o primeiro bombardeamento a um objectivo civil na II Guerra?
Grã-Bretanha, a 11 de Maio de 1940.

 Quantas “câmaras de gás” existiam para matar pessoas em Auschwitz?

Nenhuma.



Documento oficial da Cruz Vermelha conseguido com enorme esforço e pressão dos revisionistas com a lista de mortos nos campos de concentração.


Se Auschwitz não era um campo de concentração, porque é que o seu comandante, Rudolf Höss, confessou que o era?
Ele foi torturado pela polícia militar britânica, como um dos seus interrogadores posteriormente admitiu.
A mais importante testemunha do alegado assassínio em massa, o Comandante de Auschwitz Rudolf Höss, foi torturado com espancamentos e com a privação do sono, e a 15 de Abril de 1946 nos julgamentos de Nuremberga, ele assinou a sua confissão, em Inglês, que contém um número de declarações fisicamente impossíveis:
HÖSS: "Eu...comandei Auschwitz até 1 de Dezembro de 1943, e estimo que pelo menos 2,500,000 vítimas foram executadas e exterminadas lá por gás e queimadas."
IMPOSSÍVEL: Teria sido fisicamente impossível cremar até 1/10 desses 2,5 milhões, mais os alegados 1,5 milhões de Dezembro de 1943 até Novembro de 1944. No entanto, estes foram os números oficiais até 1990, quando os totais de 1941 a 1944 foram reduzidos a 1 milhão.
HÖSS: "Quando eu preparei os edifícios de extermínio em Auschwitz, usei Zyclon B o qual era Ácido Prússico cristalizado, sendo o mesmo lançado por nós para a câmara da morte por uma pequena abertura."
IMPOSSÍVEL: Fotografias aéreas de 1944 confirmadas por uma inspecção ao campo em 1993 mostraram que não existiram nenhuns buracos nos telhados em cimento nas morgues situadas abaixo do solo em Birkenau ou na morgue de Auschwitz I, onde é alegado terem existido câmaras de gás.
HÖSS: "Nós sabíamos quando as pessoas estavam mortas quando os seus gritos cessavam. Esperávamos, normalmente, cerca de meia hora antes de abrirmos as portas e retirar-mos os cadáveres."
IMPOSSÍVEL: Sem buracos no telhado ou outras aberturas, e apenas com uma porta, teria levado muitas horas para ventilar a sala de modo a que se podesse entrar para remover os cadáveres. E quando estes eram movidos, bolsas de gás seriam libertadas, o que iria afectar as pessoas que estavam a trabalhar na sala.


Existe alguma evidência de alguma política de americanos, britânicos e soviéticos de torturar os prisioneiros alemães para conseguir “confissões” exactas para usar nos julgamentos de Nuremberg e outros?
Sim. A tortura foi usada extensivamente para produzir “evidências” fraudulentas para os infames Julgamentos de Nuremberg e outros julgamentos de “crimes de guerra”.

 Como é que a história do Holocausto beneficia os judeus actualmente?
Ela ajuda a tornar os judeus um grupo incriticável. Como um tipo de religião secular, ela dá uma junção emocional entre os judeus e os seus líderes. É uma poderosa ferramenta nas campanhas para conseguir fundos e é usada para justificar a “ajuda” norte-americana a Israel.

 Como beneficia o Estado de Israel?
Ele justifica os bilhões de dólares em “reparações” que a Alemanha pagou a Israel e a muitos “sobreviventes” individuais. É usado pelo Lobby Sionista/Israelita para ditar uma política externa pró-Israel aos Estados Unidos no Médio Oriente e para forçar o pagador de impostos americano a mandar dinheiro a Israel, totalizando bilhões por ano.


Quantos judeus morreram em campos de concentração?
Estimativas competentes vão de 300.000 a 500.000.

Como eles morreram?
Na sua maioria, de diversas epidemias de tifo (doença aparece quase sempre quando muitas pessoas são colocadas juntas em condições insalubres) que castigaram a Europa em guerra, bem como fome e falta de cuidados médicos nos últimos meses de guerra.


Historiadores do Holocausto afirmam que os nazis eram capazes de cremar corpos em mais ou menos 10 minutos. Quanto tempo se leva para incinerar um corpo, de acordo com operadores de crematórios profissionais?
Mais ou menos uma hora e meia, com os ossos maiores requerendo processamento extra depois.

 Por que é que os campos de concentração alemães tinham fornos crematórios?
Para dar uma solução eficiente e sanitária nos corpos daqueles que morriam.


 Quanto quantidade de cinza sobra de um corpo cremado?
Depois que todos os ossos serem destruídos, mais ou menos uma caixa de sapatos cheia.

 Se seis milhões de pessoas foram incineradas pelos nazis, o que aconteceu às cinzas?
Isto ainda deve ser “explicado”. Seis milhões de corpos iriam produzir muitas toneladas de cinzas, entretanto não há evidência de algum grande depósito de cinzas.

 As fotos de reconhecimento aéreo feitas pelos Aliados durante a guerra a Auschwitz (tiradas durante o período em que as “câmaras de gás” e os crematórios estavam supostamente a todo o vapor) demonstram alguma evidência de extermínio?
Não. De facto, estas fotos não revelam um traço da enorme quantidade de fumo que supostamente estava constantemente sobre o campo, nem dão qualquer evidência de “fossas abertas” nas quais os corpos eram alegadamente queimados.


Como morreu Anne Frank?
Depois de sobreviver ao internamento em Auschwitz, ela sucumbiu ao tifo no campo de Bergen-Belsen, apenas algumas semanas antes do fim da guerra. Ela não foi gaseada.

 O Diário de Anne Frank é genuíno?
Não. Evidências compiladas pelo Professor Robert Faurisson demonstram que o famoso diário é uma fraude literária.


Filmes como “A Lista de Schindler” são documentários?
Não. Tais filmes são dramas fictícios vagamente baseados na História. Infelizmente, muitas pessoas aceitam-nos como verdadeiros documentários históricos.


O que aconteceu quando o Instituto pela Revisão Histórica ofereceu 50.000 dólares a qualquer um que pudesse provar que os judeus foram gaseados em Auschwitz?
Nenhuma prova foi oferecida para pedir a recompensa, mas o Instituto foi processado em 17 milhões de dólares pelo ex-prisioneiro em Auschwitz Mel Mermelstein, que alegou que a recompensa lhe causou perda de sono e o sofrimento do seu negócio e representava “uma negação injuriosa do facto estabelecido”.


E sobre a acusação de que aqueles que questionam a história do Holocausto são meramente anti-semitas ou neo-nazis?
Isto é uma mentira designada para retirar a atenção de factos e argumentos honestos. Estudiosos que refutam o Holocausto são de todas as correntes políticas, etnias e religiões (inclusive judeus). Não existem nenhuma relação entre a refutação do Holocausto e o anti-semitismo ou o neo-nazismo. Crescentes números de estudiosos judeus admitiram abertamente a falta de evidência para pontos chave da história do Holocausto.


O que aconteceu aos historiadores “revisionistas” que desafiaram a história do Holocausto?
Todos têm sido vítimas de campanhas de ódio, perda de posições académicas, perda de pensões, destruição da sua propriedade e violência física.

Video: http://youtu.be/nROqGjAuCmg



Fontes:http://portugalwp.wordpress.com/revisionismo/holocausto/
http://www.air-photo.com/portuguese/hoess.html












3 comentários:

  1. Dois pormenores:
    1º- confesso que o numero oficial de judeus mortos sempre me pareceu exagerado, por um simples facto: é um numero bastante elevado, de uma minoria, numa época em que não havia tantos habitantes como hoje em dia, e caso esse numero fosse real, hoje em dia não haveria tantos descendentes. O grande extermínio de judeus na Europa, deu-se na Idade Média, não em pleno séc. XX.

    2º- Apesar disso, acho uma imbecilidade tentar escamotear o que se passou. E o que se passou foi um verdadeiro genocídio. Talvez não tanto como dizem os números oficiais, bastante exagerado, mas um genocídio mesmo assim, um crime de ódio inaceitável! Como é óbvio, não justifica o que se tem passado desde aí, em que as vitimas passaram a ser os agressores, e há 60 anos que fazem o mesmo ou pior do que sofreram. Mas tal como isso é condenável, também toda a História que está para trás o é. Quer o Holocausto, quer a perseguição feita a judeus na Idade Média.

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  2. Cara esse seu post nem vale resposta!

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